Não tenho a obrigação
De estar sempre alegre.
A água não para de subir
Ou foi a terra que desceu?
As pessoas criticam a política
Mas não revelam sua identidade
Porque saber coisas demais
É a condenação para a morte.
Morrer na guilhotina
Morrer na forca
Ou na cadeira elétrica.
Cuidado para não cair do trono
Nem mesmo um rei sobreviveu
Ao veneno dessas cascavéis famintas.
De estar sempre alegre.
A água não para de subir
Ou foi a terra que desceu?
As pessoas criticam a política
Mas não revelam sua identidade
Porque saber coisas demais
É a condenação para a morte.
Morrer na guilhotina
Morrer na forca
Ou na cadeira elétrica.
Cuidado para não cair do trono
Nem mesmo um rei sobreviveu
Ao veneno dessas cascavéis famintas.
(Rayonne de Sousa 07/04/10)

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